Momento

Posted in Uncategorized on Novembro 3, 2009 by mestredevir

Momento doce e quente

Saco cama, molhados

Areia fria da noite

Pés descalços, enrolados

Enregelados

Calor de lábios

E a luz das estrelas

Abraço, sentimento

Aquele momento.

Angel

Posted in Uncategorized on Dezembro 10, 2008 by mestredevir

Angel…

I’m in love with you
Your gold skin
Brown hair, sweet black eyes
You can make me sin
Body like an angel
I’ve stoped for a while
Just to see your pretty smile
The touch of your lips
The move of your hips
Such a beautiful angel
That caught me into his spell
That caught me in love

I’m in love with an angel
You may not know, but it’s true
I’m in love with an angel
You may not know, but is you

Angel…

I’m so glad I find you
I enjoy being with you too
You’ve put me wrighting love songs
Remembering all those days toghether
The friendly fights we had
Beautiful smiles I’ve kept forever
Those times I was so sad
And you, your simle, cheered me up
Nights we passed on the sofa
Drinkin red wine
Nights you were so far
You wheren’t coming home
dreaming with your lips on mine
Never felt so alone

I’m in love with an angel
You may not know, but it’s true
I’m in love with an angel
You may not know, but is you

I love you, my angel
I miss you, my angel

PS: Pronto decidi por aqui o que tenho escrito em inglês!

Efémero

Posted in Uncategorized on Dezembro 26, 2007 by mestredevir

efemeroComo tudo na vida, há sempre um fim e o Repensado (repensado.blogspot.com) não é excepção. Chegou a altura do seu fim, do seu ponto final. Foi bom enquanto duro, um projecto de amigos que tinha por finalidade, apenas, mostrar ao mundo em jeito de palavras, o que lhes passava pela alma.

Sendo assim chegou a hora de cada um seguir o seu caminho, segui-lo a solo. Com o fim do Repensado, surgem dois novos projectos que dão continuação ao que era apresentado neste:

Obrigado por tudo!

Meu Lugar

Posted in Uncategorized on Dezembro 12, 2007 by mestredevir

Aqui cheguei, voltei aqui, a este lugar que já não conheço nem nunca conheci, onde nunca vivi nem soube viver. Não nasci, não vivi, não morri. Que faço eu aqui? Eu, aqui. Não… Sim.
Ando. Passo depois de passo, passo antes de passo, ando.Vou a lugar nenhum, chego a lugar algum. Incerto, percorro caminhos que não conheço, que não sei onde me levam. Caminhos da alma. Perdida. Talvez nunca encontrada. Isolada, desanimada. Sobrevive.
Aqui chove, aproveito cada gota, oiço cada história que me contam. Está fresco, seco, húmido, frio. A luz, aproveito cada segundo de luz, que me ofusca os olhos.
Passa uma hora, duas… Três. Solidão, num quarto que cada vez parece maior, mais frio, mais vazio, mais escuro e triste. No espelho ao canto vejo um reflexo, alguem que não conheço. Ou deveria conhecer. Só, olho para um telefone que nunca toca. É caro o tempo, o tempo que me põe contra a parede. Escondo-me outra vez. Peço perdão, mas quero ser como dantes, quero ser uma criança. Criança sem medo.
É dia, espero pela tarde, noite. Adormeço. E é de novo dia, espero pela tarde, chega a noite e volto a adormecer. Outra vez, assim. Não me lembro de mim. Eu. Por vezes especial, belo, espetacular, poderoso, imparavel. Por vezes miseravel, penoso, só, fraco, frágil.
Amor. leva-nos à loucura. Leva-se as coisas longe de mais. Por amor. longe. Por amor. Ainda mais. De todas a mais bela dor, mas doi. Dor que faz viver. Dor que deixa morrer. Não quero saber se doi. Parece que é verdade o que dizem sobre o amor: é cego. Dentro de mim mil problemas vivem. Mil problemas que me negam.
Pela ultima vez, escrevo a linha final deste interminavel poema. Sem forças. Corro sem cessar. Sem sair do meu lugar. Meu lugar… Meu?

23/11/2005

Resumindo e concluindo…

Posted in Uncategorized on Junho 9, 2007 by mestredevir

Resumindo e concluindo…
Não há destinção,
Não há qualquer excepção.
É sempre tudo igual.

Resumindo e concluindo…
Vira o disco e toca a mesma,
É tudo da mesma resma.
A desilusão habitual.

Resumindo e concluindo…
Brincam com o que não devem,
Brincam com o que não mereçem.
É isso, tal e qual.

Resumindo e concluindo…
Mais uma nova cabeçada,
Mais uma nova cilada.
Acontecimento pontual.

Resumindo e concluindo…
Que diga, quem, para este titulo, sabe a resposta.
Que diga, quem sabe o que custa.
Constante balança desigual.

Poema de Amor

Posted in Uncategorized on Junho 3, 2007 by mestredevir

Este é um poema de amor
Que para ti declamo
Para dizer que te amo.
O teu sabor,
A tua cor,
O teu sorriso,
O teu cheiro.
Farei o que for preciso.
Talvez seja um pouco demente,
Mas meu amor verdadeiro,
To darei, incondicionalmente.

Do coração, transcrevo,
O que para ti escrevo.
Paixão por escrito,
Num poema onde grito
Todo este meu amor
Que me rebenta no coração,
Arrebatador.
Que me corre em cada veia,
Em brutal acelaração.
Arrasador.
Amor de mão cheia.

Sem qualquer temor
Este meu amor,
Meus sentimentos,
Estas palavras minhas,
Meu coração e seus batimentos
Estou disposto a te dar.
O escrito nestas linhas
E muito mais. Infindável.
Só te quero amar,
Tua beleza adorar.
Amor incurável.

Amor em poesia.
Palavras são elas poucas
Para descrever tamanha magia.
Estas emoções tão loucas.
Escrevo este poema
Para te expor
Este meu amor,
Que no peito me queima.
É certeza o que sinto,
Não te minto.
Amo-te com toda a franqueza.

Doce/Amargo Sabor Canela

Posted in Uncategorized on Maio 17, 2007 by mestredevir

Noite de loucura,
Improvisada na areia.
Em tamanha fervura,
Como que por uma teia,
Deixei-me envolver.
Rendi-me ao desejo
Desse teu beijo.
Deixei acontecer,
Não pensei no que iria sofrer.
Sonhei acordado.
Sonhei com o momento.
De tudo alienado.
Não escondi o sentimento,
Declarei um amor presente,
Tornei-me transparente.
Senti o teu sabor a canela:
Doce e picante,
Intenso e excitante.
Não quis acabar aquela tela,
Quis sentir cada pormenor.

Agora que acabou,
Penso se terá sido em vão
Tudo o que se passou.
Terá sido com paixão
Ou apenas uma mentira
Só para passar o tempo,
Como quem dá e tira,
Ignorando o alheio sentimento.
Foram varias sensações
Nunca antes sentidas.
Varias ilusões
Há muito escondidas.
E ao chegar o amanhecer,
Com o acordar,
Chegou o teu arrepender,
O teu sentimento de errar.
Lembro essa noite tão bela.
Doce e amargo sabor canela.
Doces sensações,
Amargas recordaçoes.

Rosa da Noite

Posted in Uncategorized on Maio 17, 2007 by mestredevir

Senti teu corpo no meu.
Senti teu cheiro, doce de fel,
Como rosa da noite a florir.
Rosa que me fez iludir.
Meu toque em tua pele.
Que gostaste, apesar do não.
Essa tua caricia,
Talvez com malicia.
Essa noite, que na escuridão,
Aos dois, nos envolveu.
No escuro de breu,
Abri meu coração,
Expus meus sentimentos,
Admiti-me o amor.
Sonhei com a tua cor.
Bons momentos.
Lado-a-lado deitados,
Em murmurios calados.

Fado Sem Sentimento

Posted in Uncategorized on Fevereiro 16, 2007 by mestredevir

Canto este fado,
Num tom magoado
Que a vida me deu.
Paixão perdida,
O sonho que morreu.
Fado da minha vida.
A rosa que murchou,
A onda que rebentou
E quando a voz calou,
Ouvi o que foi dito
Pelo silencio que durou.
A amizade que acabou
E o amor que chorou.
Talvez já estivesse escrito,
Este fado.

Fado sem sentimento
E sem sentido,
Um sonho contido
Na esperança do momento.

No rosto, a lagrima que arde.
No peito, o coração aperta.
Torna-se tarde
E nunca acerta.
Com a lembrança do grande amor,
A saudade realça a dor.
Corro atrás de ventos.
Ontem amei, hoje não conheço.
Inúteis sentimentos.
Revolta, solto um grito.
Mais uma vez tropeço,
Mais uma vez fortaleço.
Talvez já estivesse escrito,
Este fado.

Fado sem sentimento
E sem sentido,
Um sonho contido
Na esperança do momento.

Homem (Vida e Poesia)

Posted in Uncategorized on Novembro 7, 2006 by mestredevir

Sou poeta sem rima
Nem vida de poesia
Escrevo sem quadra
Ou regras poéticas

Sou poeta sem vida
Sou homem sem poesia
Rimo com solidão e escuridão
Sofro com elas no peito
(Eternas)

Como poeta invento vidas
Como homem escrevo poesias
A alegria é momentanea
Felicidade é platónica
(Efémeras)

Sou homem, poeta
Sou profeta da minha vida
Escrevo minha vida em poesia
Em forma de profecia
(Permanentemente)