Depois de ti
Atravez do anonimato,
Diz que sou grande poeta,
Que gosta das minhas ideias,
Depois pergunta porque não me mato.
Esta é apenas uma minha faceta,
Não gostas, não leias.
Gostas ou não gostas.
Se gostas, para que esse desejo?
Se não, porque não viras costas?
Atira-te ao Tejo!
Ou então ganha juizo
E não aborreças o meu.
Ou o dente do sizo nao nasceu?
Não me mato, não.
Não por tu o dizeres,
Não me apetece.
Dizes tu, um pequeno senão,
Primeiro tu, depois de faleceres,
Só assim isso acontece.
Depois de ti, faço questão.
Para a pessoa anonima que comentou este meu post e que me mandou matar digo: “Depois de ti!”.
Maio 19, 2007 às 9:25 pm
Muito bem! Se todas as respostas fossem dadas desta maneira, de certeza que, pelo menos, haveria pessoas com um pouco mais de carácter neste mundo! O poema é muito bom!!! Beijokas kidas!!!